6.7 - A Torre do Condor.   Posted by Narrador.Group: 0
Antinanco
 player, 405 posts
 Guia
 Arqueiro
Mon 10 Oct 2016
at 17:12
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Antinanco ataca guaritopa com sua faca, tentando abrir um brecha para seu amigo terminar o combate.
Narrador
 GM, 790 posts
Mon 10 Oct 2016
at 17:30
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Entretanto, os ferimentos de Antinanco são muito graves, e o mesmo não consegue ser uma ameaça para Guaritopa.

Enquanto isto, o nahual se prepara para atacar Eyja novamente.

OOC: Nahual saiu do Shaken.
Conor
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 Meio-atlante
 Meio-amizani
Tue 11 Oct 2016
at 01:30
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Conor continua com seu ataque.

Desista, Guaritopa, e morra com a honra que negou à Glaukya!

Eyja Styrdottir
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 Skadian (Einheir)
 Huskalar (Beserker)
Tue 11 Oct 2016
at 03:11
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Eyja olha o machado e quase diz que o mesmo "está quebrado", pois seus golpes não estão fazendo o efeito esperado.

Eu torço para que ele não desista, pois afinal tem mais graça se ele lutar até o final.
M'Weru
 Player, 277 posts
Wed 12 Oct 2016
at 01:48
Re: 6.7 - A Torre do Condor
M'Weru continua invocando os espíritos para ajudar os companheiros.

OOC: Se ainda tiver alguma arma para ser encantada, M'Weru fará isso. Se não, confusion.
Narrador
 GM, 791 posts
Tue 18 Oct 2016
at 15:22
Re: 6.7 - A Torre do Condor
OOC: Só para esclarecer algo que pode ter ficado ambíguo. O Confusion de M'Weru está funcionando. É que Guaritopa está gastando os bennies dele todos.

As garras do nahual traçam uma trilha sangrenta na carne da eskadiana.

KIizwunba continua atacando o nahual, mas não consegue conectar um golpe eficiente.

M'Weru direciona suas crianças para Guaritopa, que ainda resiste ao feitiço, e para o nahual, que imediatamente começa a lutar com oponentes invisíveis, além de Kizwunba e Eyja.

Farta, a paciência de Eyja se vai de vez, e com um grito de guerra quase inumano ela ataca a criatura, desferindo uma série de golpes maniacamente. Os olhos do nahual revelam pânico pela primeira vez, enquanto o machado da guerreira o desmembra e estripa.

Imediatamente, os companheiros da guerreira reconhecem que ela foi possuída pela fúria que a acomete em batalhas. Nestas ocasiões, se aproximar da eskadiana pode ser fatal, pois ela nem sempre consegue diferenciar amigo de inimigo.

OOC: Eyja está berserker. Se ela tira 1, em um dado, dá um ataque em alguém adjacente aleatoriamente, que não seja o alvo inicial do ataque.

Vendo que não há mais esperança, Guaritopa corre na direção da porta que se encontra ao norte da sala. Conor vê a sua guarda aberta e o golpeia pelas costas. O Alquimista tropeça até a porta e põe-se a tentar abri-la, com as mãos estremecidas.

O Atlante avança até ele e afunda a espada no corpo do feiticeiro, até que a lâmina toca a porta de ouro sobre o qual este se apoia.

O feiticeiro, já quase sem vida, tenta sem virar a cabeça na direção de seu algoz, mas não tem forças nem para isso. O sangue jorra aos borbotões da ferida e de sua boca e seus dedos fracos não conseguem mais apoio na porta. Apenas o braço de Conor impede que ele vá ao chão.
Conor
 player, 392 posts
 Meio-atlante
 Meio-amizani
Tue 18 Oct 2016
at 15:51
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Conor torce a lâmina para causar um pouco mais de dor à forma moribunda de Guaritopa e a retira num movimento rápido, deixando o corpo sem vida cair ao chão.

Por Glaukya.

Ele então se vira e, vendo a companheira tomada por a fúria do eskadianos, tenta acalmá-la.

Eyja, o perigo acabou! O traidor está morto!

This message was last edited by the player at 18:57, Tue 18 Oct 2016.

Narrador
 GM, 792 posts
Tue 18 Oct 2016
at 17:11
Re: 6.7 - A Torre do Condor
OOC: Eyja destroçou o último nahual.
M'Weru
 Player, 278 posts
Tue 18 Oct 2016
at 21:14
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Se o perigo acabou, se todos estão bem, M'Weru vai descansar um pouco em um canto.

OOC: Só para ficar bonitinho (ela não vai dormir ou algo assim), ela se senta e suspira, aliviada.
Eyja Styrdottir
 player, 364 posts
 Skadian (Einheir)
 Huskalar (Beserker)
Wed 19 Oct 2016
at 00:23
Re: 6.7 - A Torre do Condor
A skadiana tem um olhar furioso nos olhos e uma baba esbranquiçada escorre dos cantos da boca numa fúria arrebatadora e ela acaba com seu oponente, mas agora precisava recuperar-se e sair deste estado...

Ela olha o colega e se detém momentaneamente....

OOC: Como faço isso? Como é a primeira vez que entro em fúria nem sei como faze-lo ^^'.
Antinanco
 player, 407 posts
 Guia
 Arqueiro
Wed 19 Oct 2016
at 02:51
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Tentando evitar a skadiana Antinanco chega com a pedra para perto de guaritopa e encosta a mesma em seu sangue para ver se consegue algum efeito.
Kizwunba
 player, 153 posts
Wed 19 Oct 2016
at 05:27
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Kizwunba vai recuando e vagarosamente sai de perto de Eyja.

Alguém esta ferido?
Antinanco
 player, 408 posts
 Guia
 Arqueiro
Wed 19 Oct 2016
at 12:21
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Vc esta brincando não é? Eu fui queimado e eyja quase foi dividida ao meio.
Kizwunba
 player, 154 posts
Thu 20 Oct 2016
at 04:48
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Kizwunba olha com cara de poucos amigos para Antinanco mais ignora a rispidez do companheiro.

Irmã ajude-me com nosso companheiros.
M'Weru
 Player, 279 posts
Thu 20 Oct 2016
at 10:58
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Como os companheiros precisam de ajuda, M'Weru coloca-se à disposição para ajudar da melhor forma possível.

OOC: Não sei o que ela pode fazer, mas ela vai ajudar.
Narrador
 GM, 794 posts
Fri 21 Oct 2016
at 15:07
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Tocar a joia no sangue de Guaritopa não faz nenhum efeito.

Kizwunba começa a descrever os ferimentos de Eyja para M'Weru, quando uma forte vibração retumba pela estrutura de toda a Torre.

A vibração ecoa pelas paredes por alguns segundos e é substituída por um chacoalhar, com a Torre inteira tremendo.
Eyja Styrdottir
 player, 365 posts
 Skadian (Einheir)
 Huskalar (Beserker)
Fri 21 Oct 2016
at 15:25
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Eyja bufa tentando se acalmar.

OOC:  ...e bem vamos ver se o dado coopera

This message was last edited by the GM at 15:53, Fri 21 Oct 2016.

M'Weru
 Player, 280 posts
Fri 21 Oct 2016
at 16:30
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Ao sentir os tremores, M'Weru diz: Acho que vamos ter que sair daqui. Não havia algo sobre quando Guaritopa fosse destruído, a torre também seria? Ela pergunta para os colegas e pede a Kizwunba que a guie para fora dali.
Conor
 player, 394 posts
 Meio-atlante
 Meio-amizani
Fri 21 Oct 2016
at 16:41
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Sim! responde Conor ao questionamento de M'Weru sem tirar o olho de Eyja. É possível que fosse a magia de Guaritopa que mantivesse a estrutura em pé. Temos que ir, mas não podemos deixar Eyja aqui!
M'Weru
 Player, 281 posts
Fri 21 Oct 2016
at 17:35
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Se formos na frente e sinalizarmos para ela nos seguir, acho que ela pode compreender e e sair daqui também. Acho que no estado em que está ela acha que todos são inimigos, mas se nos afastarmos ela não terá razão para atacar e talvez um pouco de senso de preservação prevaleça e ela entenda que ficar aqui é perigoso. Não vamos deixá-la para trás, só vamos nos afastar um pouco para ver qual será a reação dela. O que acham? M'Weru pergunta, mas já seguindo para a saída.

OOC: Como cega, acho que a M'Weru é a mais lenta para sair, então ela vai caminhando primeiro. E a sugestão não é deixar a Eyja para trás, é mostrar através de nossos gestos - nos dirigindo para a saída - o que ela deve fazer também. Se ela não nos seguir, pensaremos em alguma outra opção.
Narrador
 GM, 796 posts
Sat 22 Oct 2016
at 00:08
Re: 6.7 - A Torre do Condor


Dos andares de baixo da torre podem ser ouvidos passos de pessoas fugindo e gritos de pavor.
Eyja Styrdottir
 player, 367 posts
 Skadian (Einheir)
 Huskalar (Beserker)
Sat 22 Oct 2016
at 00:29
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Talvez por instinto ou algo de um fio de reconhecimento a Skadiana cessa a agressividade, mas sua visão ainda é turva, seus músculos dilatados se contraem em espasmos e a boca ainda saliva.

OOC: Tá dando certo, mas não façam coisas bruscas.
Narrador
 GM, 798 posts
Sun 30 Oct 2016
at 02:58
Re: 6.7 - A Torre do Condor
O grupo corre de volta para a escadaria, o pensamento de como seria possível fugir por cordas, de uma torre sendo destruída.

mas ao chegarem nas escadas, eles ouvem o barulho de portas se abrindo de par em par, dos andares abaixo.

Movidos mais pelo impulso e adrenalina que pela razão, os aventureiros desabalam escadaria abaixo, enquanto sons estranhos, de rosnados e peças metálicas, soam por dentro das paredes.

Os guardas da Torre, apavorados pela intuição de que seu Mestre fora destruído, não são vistos em parte alguma. Pelas escadarias, armas e peças de roupas abandonadas indicam a fuga desesperada.

Alcançando os portões do primeiro andar, o grupo vê que alguns guardas estão abrindo os portões da muralha. Outros, desesperados, tentaram pular o muro e foram agarrados por plantas carnívoras.

Os leões alimentam-se de um outro guarda, por eles surpreendidos.

Vendo que os portões das muralhas seriam abertos, preparados para distribuir a morte entre os guardas, os aventureiros ganham o jardim e correm em direção à saída. É quando o solo começa a tremer em sincronia com a torre.

Eles correm pelo caminho que leva ao exterior e empurram os guardas, protegendo-se atrás da muralha externa. É quando se houve um barulho como se fosse a maior de todas as tempestades, o ribombar de mil trovões.

Chamas como as da erupção de um vulcão irrompem da torre e, junto com uma onda de choque, aniquilam todos os animais e plantas que ainda se encontravam no Jardim Interno. As próprias muralhas desse são destroçadas, e os escombros arremessados contra a muralha exterior, que resiste com dificuldade.

Protegidos pela muralha exterior, os aventureiros não são atingidos pela onda de choque, mas o barulho os deixa surdos, e o ar é arrancado de seus pulmões pelas labaredas que haviam tomado o jardim. Um segundo estrondo, seguido de uma luz ofuscante, que faz as estrelas desaparecerem e a noite virar dia, ecoa pelas montanhas.

A população da cidade, apavorada pela comoção, sai de suas casas para ver o que ocorre.

Alguém aponta pra cima, atraindo o olhar de todos, e a visão impossível da Torre do Condor disparando em direção ao céu, seguida de um rastro de fogo, os deixa estarrecidos. Em menos de um minuto, não é possível mais enxergá-la.

As cinzas negras dos Jardins da Torre do Condor começa a cair como se fosse chuva.
Conor
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 Meio-atlante
 Meio-amizani
Mon 31 Oct 2016
at 18:36
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Conor, ainda tonto pelo ocorrido, se ergue e procura ajudar  os companheiros.

Vamos! Acho que nossa presença aqui não será muito bem-vinda em breve.
Antinanco
 player, 411 posts
 Guia
 Arqueiro
Mon 31 Oct 2016
at 18:47
Re: 6.7 - A Torre do Condor
Antinanco ainda estava ferido do combate e seu humor não esta em seus melhores dias.

Acho que devemos aproveitar a confusão e sair o mais rapido possivel daqui. Nosso assunto foi resolvido.