Ato 1.   Posted by GM Rivers.Group: 0
GM Rivers
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 Playtest Coordinator
Thu 1 Sep 2016
at 03:26
Ato 1


Você acorda em meio à escuridão da noite sem lua. Apenas as estrelas parecem indicar que ainda é capaz de ver.

A superfície sobre a qual você está deitado parece ser de madeira. Julgando pelo balançar e o barulho das ondas e vento, você conclui estar num barco... um apenas grande o bastante para transportá-lo.

Incerto quanto à existência de qualquer outra superfície nessas águas, você nem cogita a viabilidade de abandoná-lo e só pensa em permanecer à espera por enquanto. Pular em águas desconhecidas nunca pareceu uma boa ideia de qualquer forma.

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Por um momento, você pensa em como veio parar aqui, mas sua memória não inclui nenhuma informação sobre isso. A última coisa de que se lembra foi um dia normal na sua própria rotina, terminando normalmente, mas você não consegue lembrar de ter ficado com sono. É como se alguma coisa estivesse sido retirada de sua memória.

Aos poucos, seus olhos vão adaptando-se à fraca iluminação das estrelas, mas você não consegue distinguir a linha do horizonte. O barco parece estar cercado por um estranho nevoeiro baixo. Isso justifica a atmosfera densa...

Algum tempo se passa e, quando percebe, o nevoeiro parece estar engolindo cada vez mais o céu, até que todas as estrelas parecem difusas e a fraca iluminação dessa noite fica ainda mais tênue.

Não há o que fazer exceto esperar ainda mais...

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De repente, você percebe duas luzes amarelas à frente do barco, separadas por uns cinco graus de arco. Elas parecem muito distantes, mas são como um alívio em meio à escuridão. Você pondera sobre a situação, começando a aceitar a naturalidade dos fatos e então o nevoeiro finalmente começa a se dissipar, revelando mais uma vez as estrelas e, para sua surpresa, terra à frente.

Olhando ao redor, você vê outros barcos de vários tamanhos, mas nenhum possui vela ou mastros. Os mais próximos parecem estar a cerca de 50 metros. Você pensa por vários minutos se deveria chamá-los até que esta ideia desaparece, permitindo-lhe concentrar no curso do barco.

Você olha à frente e as luzes parecem agora separadas por uns 8 graus de arco, o que lhe permite deduzir que estejam a cerca de 20 quilômetros à frente e separadas por algo como 2,5 quilômetros em terra.

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Quando os barcos finalmente chegam à praia, você percebe que a maior parte deles está vazia. Enquanto procura entre eles, você percebe que tem companhia à frente, também passando pelos barcos trazidos pelo vento.

Entre a penumbra dessa praia e os barcos de origem misteriosa, ao todo deparam-se quatro figuras desconfiadas.

This message was last edited by the GM at 06:54, Thu 01 Sept 2016.

Dragneel
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Thu 1 Sep 2016
at 18:04
Ato 1
FOTO:


uma ser com enormes asas de dragão que apesar de estarem encolhidas nas costas é perceptível seu tamanho de 8m de uma ponta a outra,bastante alto que a olhos nus pode ser medido com aproximadamente 2,5 metros,forte,cabelos negros um pouco abaixo do ombro,olhos vermelhos,nas suas costas entre as asas da pra perceber a primeira vista uma enorme espada,que aparenta ter quase o mesmo tamanho do seu portador,a espada transmite um vago brilho vermelho encantador a vista, mas ao mesmo tempo ameaçador como se transmitisse uma mensagem do tipo "não me toque" ,o seu portador conhecido como Dragneel, também tem uma calda que é difícil de ser notar na primeira vista,longa e cheia do que aparenta ser escamas afiadas.



A personalidade dele a primeira vista parece ser de um desconfiado,porém demostra um pouco de confiança e uma certa tranquilidade que devido a situação chega a ser assustadora,ele se encontra com suas asas encolhidas nas costas e de braços cruzados como mergulhado em um pensamento,que talvez seja o mesmo de todas as criaturas estranhas que estão ao alcance da visão (como cheguei aqui?),após despertar do devaneio do seu pensamento ele fica mais atento aos seres ali próximos não sabendo ainda o que são ou o que querem,tomando uma postura mais apreensiva esperando qualquer movimento suspeito para poder tomar uma atitude a altura Seja ela atacar,correr ou se defender.

This message was last edited by the player at 02:16, Fri 02 Sept 2016.

Ferumbras
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Thu 1 Sep 2016
at 23:55
Ato 1
Ferumbras é um dinotauro da espécie seismonte (modelado conforme um Argentinosaurus huinculensis), chegando à marca de 12.5 metros de altura e 30 metros de frente à cauda. Seu corpo é verde, com listras verde claras se estendendo ao longo dele, embranquecendo na região da barriga. Logo após o peito quadrúpede, encontra-se o torso de aspecto humanóide que compreende 8 metros de perfil em desde sua convergência. O pescoço é como o de um saurópode, relativamente longo para um corpo humanoide, mas ainda mais curto que um argentinossauro. A cabeça tem o aspecto geral de um dinossauro, com  olhos castanhos escuros, um rosto que não evoca nenhuma intimidação(apesar do tamanho).
Apesar das feições não intimidantes, mostrava-se confiante em sua postura.

Não usa qualquer tipo de vestimenta ou arma, aproveitando somente as gigantes mãos e patas dianteiras para lutas, apesar de que prefere usar a mente e o arcano ao invés de se depender de lâminas.

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Estava estupefato, nunca havia visto raças tão diferentes. A criatura alada, portando uma lâmina cintilante nas costas, estava mais próxima. Fixou seu olhar e se aproximou logo em seguida, tremendo o solo ao dar os passos. "Olá. Prazer, meu nome é Ferumbras. Que situação, não? Presumo que também não saiba o que acontece pelo seu olhar confuso. Você conhece os outros dois?", falou usando sua voz um pouco rouca, grossa e alta - podia ser ouvido por todos na orla, ainda que não nitido por total.

This message was last edited by the GM at 05:16, Fri 02 Sept 2016.

Auro'pol Dyrr
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Fri 2 Sep 2016
at 03:25
Ato 1
Auro'pol Dyrr, de aparência tranquila, estatura mediana (aproximadamente 1,80m), pele totalmente negra, cabelos brancos e olhos num tom dourado, muito estudioso e dedicado, era considerado pelo seu povo como portador da sabedoria, mas ele não pensava assim, perdia fácil o controle quando não estava com a mente tranquila, e essa situação não o deixava em paz. Sem saber o que fazer ele se apoia na haste de sua alabarda, e olha para as duas criaturas estranhas do seu lado, acena com a cabeça e continua tentando manter a calma. Solta num tom de nervosismo um "Boa noite! Digo... Digo.. Seria, se soubéssemos o que está acontecendo, suponho que os senhores também não saibam."

Aparência:

Alabarda:
Dragneel
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Fri 2 Sep 2016
at 04:22
Ato 1
vendo a aproximação de um imenso ser que Dragneel não conseguia identificar de imediato o que era mas que se tratava de uma mistura de dois seres ele pois a mao no cabo de sua arma que passou de um leve brilho avermelhado a um intenso escarlate que iluminou bastante o ambiente e ficou esperando a qualquer momento um destrutivo ataque até que ele ouviu a voz da criatura se apresentanto de maneira amigável,Dragneel relaxou os músculos e pensou ("talvez eu esteja um tanto quanto nervoso além do esperado") largou o cabo da arma sem saca-lá e a espada voltou a emitir o leve brilho avermelhado e disse "Me chamo Dragneel da tribo draconiana,prazer em conhecê-lo, admito que fiquei nervoso com sua aproximação por mais que tente não passar um ar de intimidação seu tamanho o faz por si só,eu não conheço aparentemente ninguém dos que aqui se encontram mas acredito que nós não estejamos aqui por acaso"  , após notar que mais um se aproximava Dragneel manteve a postura calma e recebeu o jovem menos assustador que o seismonte de maneira mais amigável porém falando num tom firme como fizeram com o dinotauro "Boa noite jovem,mantenha a calma ,infelizmente não sabemos o que se passa até o momento mas vamos pensar o que fazer a partir desse momento, a propósito me chamo Dragneel da tribo draconiana" , olhando para o seismonte Dragneel pergunta "ferumbras digame o que consegues ver levando em consideração que você possui uma visão privilegiada do ambiente devido a sua extensa altura"

This message was last edited by the player at 05:41, Fri 02 Sept 2016.

GM Rivers
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 Playtest Coordinator
Fri 2 Sep 2016
at 23:50
Ato 1 - Parte 01
A quarta pessoa a aparecer no local não demonstrou conforto com a situação, preferindo permanecer em silêncio. É uma harpia de cabelos vermelhos, ou quase isso, pois possuía dois braços à frente das asas normais e um rosto um tanto menos severo quanto as harpias costumam ter. Seus pés avianos calçavam uma espécie de aparato, possivelmente com lâminas ativáveis que teriam algum propósito ofensivo. Além disso, vestia uma trama de metal e couro.

Com a aproximação da harpia, entende-se uma disposição a acompanhá-los nesse ambiente estapafúrdio. Os quatro estranhos na praia reconhecem a situação em comum em que se encontram, não apresentando hostilidade.

A voz do enorme dinotauro de fato ressoou pela orla, mas, pelo menos até então, nada veio de encontro. Fora isso, talvez fosse melhor manter um pouco de discrição... ou pelo menos não passar disto, visto que, se evitasse movimento e graças à coloração de suas escamas, poderia ser facilmente confundido com um elemento da paisagem enquanto sob a escuridão da noite.

Para Ferumbras, aquilo era algo muito diferente do que estava acostumado em sua terra habitual.

Já para Auropol'Dyrr e Dragneel, não parecia algo inacreditável essa situação, embora alguns elementos fossem tentadores a provocar um nervosismo. O drow, por exemplo, sabia por sua experiência como arcanista que toda a bizarrice do momento era algo possível e o guerreiro dracônico podia constatar por si mesmo que aquele lugar não parecia fugir de uma realidade, ainda que muito extraordinária.

Tiveram um breve tempo de reflexão sobre o local.

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Exceto pelos barcos e por algumas rochas cinza-escuras de aparência vítrea e estrutura em bloco com arestas arredondadas, nada mais distingue-se da paisagem dessa praia, mas a brisa vinda do mar é suave e o céu estrelado quase não possui nuvens.

Quando a atenção volta-se à areia, pode-se ver algumas depressões que podem ter sido criadas por pegadas de criaturas, tendo algumas das depressões um espaçamento desde alguns centímetros a até alguns metros.

A praia contém uma areia muito branca e moderadamente fina e regular, com tamanho médio de partículas de cerca de 0,2 milímetros e pouca variação, mas não se percebe nenhum pedrisco, cascalho ou concha. Embora trate-se de uma praia, você imagina que a água possua baixa salinidade devido à ausência do cheiro de maresia, mas ainda assim, a areia parece estéril e seca, talvez evidência que essas águas não possuam ação de maré.

Esses detalhes não eram muito facilmente perceptíveis para Ferumbras devido ao seu referencial elevado (ahaaa), mas graças a isso, podia certificar a regularidade da praia, extremamente plana, mas que elevava-se muito finalmente em direção oposta ao mar. Também notou, penetrando acima da vegetação que costumava a se construir e por algumas silhuetas que o relevo no interior dessa terra era mais serrano, mas o baixo ângulo de iluminação tornava muito difícil distinguir detalhes pelo ofuscamento.



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Enquanto isso, o som da enseada é como um calmante inexplicável. A cada onda, pode-se ouvir um acorde musical, ainda que sem nenhum padrão, que de alguma forma causa em você a impressão de que ouvir isso por muito tempo acabaria trazendo sonolência. Sem perceber, cada um dos quatro forasteiros boceja em alguns momentos.

Mas isso dura por pouco tempo. Logo, as ondas voltam a soar normalmente e aquelas sugestões de acordes musicais ficam no passado, mas bem marcadas nas memórias dos quatro. Um novo elemento notável é uma brisa leve ligeiramente mais fria que substituiu a brisa marinha noturna, indicando alguma perturbação na corrente mais imediata nesse mar. Ou pelo menos é a primeira impressão quanto a isso.

No geral, o ambiente ainda parece inóspito, mas as fontes de luz permitem espiar decentemente a escuridão da noite.

This message was last edited by the GM at 03:28, Sat 03 Sept 2016.

Dragneel
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Sat 3 Sep 2016
at 20:48
Ato 1 - Parte 01
ao observar as mudanças indiscutivelmente estranhas no ambiente,junto com vários barcos vazios mas apenas 4 criaturas que aparentemente nada tem em comum, dragneel olha ao redor com um olhar pensativo analisando e tentando pensar no próximo passo a tomar nessa situação nada acolhedora, ele olha pra cima imaginando se ainda falta muito pra amanhecer ou mesmo se isso vai realmente acontecer devido a situação que por mais que não fuja de uma realidade ainda sim é totalmente extraordinária e assustadora.

Dragneel lembra das luzes que viu do barco e resolve ir procura-lás falando "eu lembro de ter visto duas luzer que acredito não está tão longe daqui eu vou investigar, alguém me acompanha ?" e com isso ele começa a andar na direção em que acredita estas as luzes
Ferumbras
 player, 2 posts
Sat 3 Sep 2016
at 22:13
Ato 1 - Parte 01
Ferumbras balançou a cabeça às outras duas criaturas que se aproximavam, aprovando as suas chegadas. Agora que se aproximaram, conseguiu ver os detalhes de suas feições, que criaturas diferentes são! Que terra é essa?, perguntou a si mesmo. A criatura de pele negra falou, interrompendo seu pensamento, "Boa noite! Digo... Digo.. Seria, se soubéssemos o que está acontecendo, suponho que os senhores também não saibam." "Olá, criatura negra! Também não temos respostas. Procuraremos-as juntos... Prazer, Ferumbras!"

Assim que terminou, virou-se a Dragneel, que lhe perguntou o que era possível se ver, respondeu "Está demasiado escuro, mas o relevo é bem plano de imediato e depois começa a apresentar serras. Além disso, não vejo mais nada..."

Dragneel, então, sugeriu que seguíssemos em direção aos dois pontos de luz, vistas a partir dos barcos. Concordou com ele, indicando com a cabeça, era a única pista que tinham e o seguiu.
Auro'pol Dyrr
 player, 2 posts
Sun 4 Sep 2016
at 03:25
Ato 1 - Parte 01
Estando mais confortável com a situação Auro'pol Dyrr se apresenta, "É um prazer enorme conhecê-los, sou Auro'pol Dyrr, filho da Grande Matriarca Drow, Selênia'har Dyrr, me lembro de ter saído em busca dela, mas não lembro de como cheguei aqui, então se não for incômodo eu acompanhá-los eu ficaria muito grato", lembrando também das luzes Auro concorda em partir em busca delas.
GM Rivers
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 Playtest Coordinator
Sun 4 Sep 2016
at 04:22
Ato 1 - Parte 02
Dragneel sonda o céu estrelado, mas, sem lua ou sinais de aurora, não há nada que pareça indicar que a manhã esteja próxima. A ideia de seguir rumo às luzes amarelas parece ser uma boa afinal.

A essas alturas, vocês já sentem-se como se estivessem recuperados da viagem de barco e notam que a praia estende-se por muitos quilômetros em ambos os lados até o alcance da vista. Aprofundando-se nessa região, a paisagem parece conter alguns morros e uma selva, mas as duas luzes ainda são o elemento mais chamativo, com distância imaginada de uns 6 e 7 quilômetros dessa posição. O brilho de cada uma é um tanto ofuscante e não permite distinguir sua fonte ou as imediações, mas olhando atentamente, vocês notam a silhueta de uma mansão ou castelo no alto de um morro praticamente entre vocês e as luzes, talvez a um pouco menos de 3 quilômetros de distância.

Enquanto isso, no silêncio da noite, os sons da enseada e dos grandes passos de Ferumbras parecem ser bem-vindos pra quebrar um suspense tenebroso que poderia ser muito desconfortante.

Vocês olham atrás e notam que a harpia segue há uns bons metros em passos vagarosos, movendo-se como se estivesse evitando-os.

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Seguindo em frente, vocês encontram mais algumas das depressões que provavelmente foram deixadas por pegadas na areia seca e solta. As sugestões de pegadas não são distintas o bastante para que saibam se apontam a essa direção, mas seria uma hipótese bem plausível que qualquer coisa que tenha estado na praia tenha seguido algo tão chamativo e óbvio. Ou seria um perigo, uma armadilha obra de alguém mal-intencionado? Por bem ou por mal, não parece haver outro sinal de interesse por essas terras, portanto às luzes vocês vão.

É uma caminhada de poucos minutos até chegar ao primeiro patamar, quando a areia da praia passa a ser substituída por terra firme. Subindo o aclive do terreno com alguma dificuldade (algo como uma pequena escalada de uns 5 metros de altura numa encosta bem inclinada), Dragneel e Auropol'Dyrr já conseguem ver também aquilo que o dinotauro havia revelado.

Abaixo do morro onde encontra-se a mansão-castelo, há uma mata que vocês imaginam ser um tanto quanto densa demais para Ferumbras atravessá-la sem algum esforço desconfortável ou que pudesse causar uns "danos colaterais", mas a certeza só viria com uma inspeção mais minuciosa e também, é sempre mais uma questão de medir os riscos.

Nesse breve momento de reflexão, vocês percebem aquela harpia voando logo acima, indo em direção à mata. E logo não veem mais, quando ela entra sem ter proferido uma única palavra a respeito. Só então, vocês ouvem barulhos de algumas aves acordando assustadas e voando sem muito rumo. Tenso...



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Pouco à frente, aquelas luzes estarão ocultas pelos morros e a mata, portanto tudo estará bem escuro, ainda mais se considerarem que a vegetação poderia cobrir o céu acima de vocês.

Mas apesar disso, vocês agora têm uma visão muito melhor da praia, vendo que os barcos devem totalizar várias centenas, por vários quilômetros de extensão. Nos lados, a praia termina quando uma encosta rochosa passa a tocar o mar, sem areia entre ambos, mas com algumas árvores em cima. Com um pouco de sorte, também percebem uma espécie de estrada que corre na sombra, antes de começar a mata à sua frente. Parece ter uns 10 metros de largura ou mais, bem assentada com ladrilhos claros e regulares e seguindo paralelamente ao litoral.

Para sua surpresa, vindo do rumo direito da estrada, considerando suas costas à praia, vocês podem ver uma luz quente muito tênue, mas está há centenas de metros e não é possível identificá-la.

This message was last edited by the GM at 04:37, Sun 04 Sept 2016.

Dragneel
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Mon 5 Sep 2016
at 01:25
Ato 1 - Parte 02
observando todo o ambiente com olhos clínicos Dragneel tenta não deixa passar nada despercebido olhando pra cima,pra baixo e pra todos os lados,após perceber que a harpia havia feito algo suspeito e pela situação em que ele e os outros se encontram Dragneel resolveu que ir investigar pra onde a harpia foi é um perigo desnecessário que ele não está disposto a correr, com isso em mente ele diz "devido a nossa atual situação eu de ante mão falo que ir ver o que aconteceu com a harpia é um perigo desnecessário e que eu não estou disposto a correr mas se alguém quiser ir eu não vou impedir" dito isso Dragneel olha pra construção ali próxima e diz "Eu estou indo verificar mais de perto aquela construção antes de seguir para as luzes,espero que tomem a decisão sabia " após falar isso Dragneel saca sua espada que ao invés de brilhar mais ela simplesmente cessa o brilho e com isso ele segue em direção a mansão-castelo.
Ferumbras
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Mon 5 Sep 2016
at 02:09
Ato 1 - Parte 02
Ferumbras ficou apreensivo com a súbita saida da harpia, ela estava agindo estranho desde que se encontraram... Talvez assustada com o que se deu pra ela estar aqui... Afinal, dezenas de barcos e apenas 4 estavam ocupados? Algo não estava certo, pensou a si mesmo.

Notou a terceira luz, enquanto Dragneel denunciava a harpia... "...ir ver a harpia é um perigo desnecessário...". Concordava com Dragneel quanto a harpia, mas seu foco era a nova luz. Definitivamente estava mais perto que as outras duas e a mansão. "...mais de perto aquela construção" "...espero que tomem a decisão sabia". "Espere Dragneel! Olhe! Uma outra luz!" ,apontou, "Está mais acessível que as outras duas e a mansão. Acho que podíamos seguir por ela antes... aliás não acho que navegarei a mata a frente sem que algumas casualidades aconteçam, infelizmente. Que acha Dragneel, Auro'pol Dyrr?"

This message was last edited by the player at 02:18, Mon 05 Sept 2016.

Auro'pol Dyrr
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Mon 5 Sep 2016
at 03:06
Ato 1 - Parte 02
Auro'pol Dyrr simplesmente observa a ação da harpia, olha em volta e decide seguir a luz da estrada "Pessoal, não acho que estamos sozinhos, pode ser que aquela luz não esteja ali por acaso, pode estar sinalizando uma parte menos densa na floresta, quem sabe até um ponto de travessia, quero muito chegar àquele castelo, se ficarmos muito tempo aqui estaremos expostos, se hesitarmos seremos emboscados", mesmo curioso pra saber o que houve com a harpia, Auro prefere ser cauteloso com a situação, prefere seguir a escolha lógica a impulsos imprudentes.
Dragneel
 player, 5 posts
Mon 5 Sep 2016
at 15:34
Ato 1 - Parte 02
observando a luz que ferumbras apontou , pelo apelo de auro'pol'dyrr Dragneel concorda com seus companheiros de ir então na direção da fraca luz ali próximo pra verificar do que se trata dizendo "Certo então vamos verificar a luz então, estejam prontos pra qualquer coisa ,aquilo também pode ser uma armadilha pra desavisados, todo cuidado é pouco" dito isso Dragneel toma a dianteira do grupo e começa a abrir caminho indo em direção a misteriosa luz
GM Rivers
 GM, 8 posts
 Playtest Coordinator
Mon 5 Sep 2016
at 22:27
Ato 1 - Parte 03
Mapa rústico do que já foi explorado (as áreas escuras são praticamente desconhecidas).

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Pensando nas complicações e futilidade de perseguir a harpia, os forasteiros decidem por ignorá-la. Em vez disso, ponderam sobre como irão à mansão-castelo no alto do morro, mas também chegam ao consenso que seria arriscado demais tentar desbravar a mata a qual ainda desconhecem completamente. Resta então aquela luz na estrada.

As palavras de Auro'pol e Ferumbras são de cautela, mas Dragneel toma um pouco mais de ímpeto, tomando a dianteira e prontamente andando em direção à luz.

Conforme a distância diminui, pode-se distinguir a luz como sendo a chama de uma lanterna a óleo ou algo similar. Mais um pouco e percebe-se também que essa lanterna está sendo carregada por uma pessoa caminhando em direção aos três. Sua estatura é média e parece estar conduzindo uma mula atrás, puxada por um lasso ou um outro arranjo de corda.

Tudo indica que vocês não foram notados ainda.

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Encurtando ainda mais a distância, agora, a cerca de 100 metros, já é possível identificar alguns detalhes.

A pessoa parece ser uma moça de vestido preto com mangas brancas, com uma cartola sobre seus cabelos escuros e lisos. A distância não permite analisar sua fisionomia ou detalhes mais finos, mas uma coisa chama a atenção: a mula está puxando uma carroça pequena e estreita.

O que passa em suas cabeças é que em pouco tempo, vocês serão notados iminentemente.

O ruído dos cascos da mula e das rodas sobre os ladrilhos da estrada tornando-se mais intensos com o passar do tempo.

This message was last edited by the GM at 22:30, Mon 05 Sept 2016.

Ferumbras
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Mon 5 Sep 2016
at 23:38
Ato 1 - Parte 03
Ferumbras cessa sua movimentação. A aproximação da criatura era algo estranho. Mesmo que não aparentasse, certamente sabia da presença dos três ali - ou pelo menos a presença de Ferumbras, visto seu tamanho enorme e o impacto que suas caminhadas tem no solo a uma distancia relativamente curta. Concentrou-se para se defender, caso algo surgisse. E não fez mais algum ruído, esperando a chegada da criatura.

This message was last edited by the player at 23:43, Mon 05 Sept 2016.

Auro'pol Dyrr
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Tue 6 Sep 2016
at 04:27
Ato 1 - Parte 03
Auro'pol Dyrr, percebendo a aproximação da estranha se apressa em tomar postura, para em pé segurando sua alabarda firmemente e não diz nenhuma palavra, mas sua desconfiança fica nítida em seus olhos, olha a sua volta tentando ver se não têm mais estranhos se aproximando, então só olha na direção da estranha, como se não houvesse nada ao seu redor.
Dragneel
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Tue 6 Sep 2016
at 04:34
Ato 1 - Parte 03
observando a humana se aproximando e sem ter certeza se ela havia percebido os 3 ou se estava só de passagem,e também vendo a reação de ferumbras, dragneel imagina que seria quase impossível não ser notado em companhia de um ser tão imenso próximo então dragneel pensa não ter muita escolha se concentra transferindo o sentimento de apreensão para a sua espada que prontamente responde invocando novamente seu intenso brilho escarlate e tomando uma posição mais ofensiva e indo em direção a mulher quando estiver em uma distancia relativamente próxima (uns 20 metros) dragneel planeja dizer "parada humana,quem é você e que lugar é este?" utilizando o brilho que a espada emite pra clarear o máximo possível e se preparar para qualquer tipo de reação da mulher

This message was last edited by the player at 06:51, Tue 06 Sept 2016.

GM Rivers
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 Playtest Coordinator
Tue 6 Sep 2016
at 07:07
Ato 1 - Parte 04
Andando pela estrada, aquela pessoa parecia despercebida dos três que a obervavam. Mas basta pouco tempo para notar o intenso brilho vermelho vindo da figura alada.

A mula que acompanhava a mulher começa a relinchar e ficar inquieta. E então esta reage parando instantaneamente, a cerca de 80 metros ainda, aparentemente tomada pelo terror.

Conforme Dragneel avança com a lâmina reluzindo, a mulher rapidamente corta a chama do lampião e dá um tapa na mula. Com isso, ambas tentam desesperadamente correr em direção à mata, deixando Dragneel em sua postura inquisitiva.

Assim que a mula muda o curso, você pode ver que a pequena carroça que ela puxava é composta de uma caixa estreita coberta com uma lona e amarras sobre um chassi de duas rodas de madeira e algum metal.

Dragneel, Teste de Percepção (Resultado =  7 - 1d8)

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De um tanto longe, Auro'pol e Ferumbras observam a diplomacia exótica do meio-dragão. Ainda assim, imagina-se que a mulher não tenha notado o drow e o dinotauro.

O vento noturno por ali é refrescante. O som das aves noturnas emanando da mata é suficiente para mascarar até mesmo o ruído da carroça dessa distância. E praticamente a única coisa em destaque no local é a espada com o brilho carmesim de Dragneel.